A Prefeitura de Coronel Fabriciano realiza, de 9 a 13 de novembro de 2026, o segundo Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) do ano. A ação busca identificar possíveis criadouros do mosquito.
O primeiro levantamento de 2026 ocorreu em janeiro e apontou índice de infestação de 3,4%, segundo a prefeitura. A escolha dos quarteirões é feita por sorteio em um sistema da Secretaria de Estado de Saúde e do Ministério da Saúde.
Agentes de combate às endemias vão visitar imóveis em todos os bairros de Coronel Fabriciano. A previsão é vistoriar aproximadamente 1.740 propriedades durante o período da ação.

O levantamento avalia a presença do Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. A prefeitura também pede a colaboração dos moradores durante as visitas e reforça cuidados para evitar água parada nas residências.
Visitas vão ocorrer em todos os bairros de Coronel Fabriciano
Durante o LIRAa em Coronel Fabriciano, os agentes de combate às endemias precisam acessar os imóveis para verificar possíveis criadouros do Aedes aegypti. A prefeitura orienta os moradores a permitir a entrada nos imóveis durante as visitas.
O levantamento é realizado em quarteirões selecionados por sorteio, conforme a prefeitura, e os resultados ajudam a identificar áreas que demandam atenção. A vistoria considera locais onde pode haver focos do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya.
A colaboração dos moradores também permite que os agentes orientem sobre medidas de prevenção nas residências. A prefeitura recomenda reservar ao menos 10 minutos por dia para verificar quintais, jardins e outros espaços.
Levantamento anterior registrou índice de infestação de 3,4%
Coronel Fabriciano aderiu ao Programa Ovitrampa e, por essa condição, deve realizar pelo menos um LIRAa por ano. A quantidade de levantamentos pode ser ampliada conforme a necessidade do município.
Esse requisito estabelece uma frequência mínima para a avaliação da presença do Aedes aegypti, sem impedir a realização de novas medições. Segundo a prefeitura, o primeiro levantamento municipal de 2026 foi feito em janeiro.
A gerente da Vigilância em Saúde, Vânia Tavares, relaciona a alternância entre calor, tempo seco e chuvas à possibilidade de aumento de focos do mosquito. Ela pediu que os moradores mantenham a limpeza dos espaços para evitar recipientes com água parada.

